Planeta Terra Asteroide 2026 JH2
Asteroide 2026 JH2 passa pela Terra e seguirá trajetória pelo Sistema Solar
Objeto fará aproximação segura e só deve retornar ao entorno terrestre em 2060
23/05/2026 09h00 Atualizada há 1 mês
Por: Redação Fonte: Redação
O asteroide em trajetória pelo espaço próximo à Terra

Um corpo celeste foi identificado inicialmente no último domingo (10) por pesquisadores ligados ao Observatório Mount Lemmon, localizado no estado do Arizona, nos Estados Unidos.

Segundo informações da Agência Espacial Europeia, a estimativa de tamanho do objeto foi definida a partir da intensidade de luz observada, analisada em registros realizados após a detecção inicial.

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Antes de se aproximar da Terra, o objeto espacial deve passar próximo ao satélite natural terrestre em um horário estimado, com possibilidade de variação de algumas horas para mais ou para menos.

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Nesse ponto, ele estará a centenas de milhares de quilômetros de distância da Lua e, posteriormente, seguirá sua rota até atingir a menor aproximação do planeta, quando ficará a uma distância relativamente reduzida em comparação ao intervalo médio entre os dois corpos celestes.

Os dados iniciais apontam que o corpo celeste integra um grupo de objetos que orbitam próximo à Terra e cruzam periodicamente sua trajetória ao redor do Sol. Esse tipo de formação permanece, na maior parte do tempo, em regiões mais distantes, mas em determinados períodos atravessa a área de deslocamento do planeta, o que exige acompanhamento contínuo por observatórios especializados.

Apesar da aproximação registrada, análises técnicas indicam que não existe possibilidade de colisão com a Terra, afastando qualquer cenário de risco relacionado ao evento.

Mesmo sendo uma grande separação em termos humanos, na escala do espaço essa passagem é classificada como relativamente próxima. Ainda assim, os modelos atuais indicam que o corpo celeste continuará sua trajetória normalmente, sem representar perigo ao planeta.

O evento também deve chamar atenção de observadores, já que poderá ser acompanhado por instrumentos simples de astronomia, devido ao nível de brilho previsto. Além disso, haverá transmissão online organizada por um projeto especializado, permitindo o acompanhamento mesmo sem equipamentos, com a visualização do objeto como um ponto luminoso em movimento contra o fundo do céu estrelado.

Depois de sua passagem pelo planeta, o corpo celeste seguirá em uma órbita extensa ao redor do Sol, alcançando áreas mais distantes do Sistema Solar, próximas ao gigante gasoso Júpiter, antes de iniciar o retorno em direção às regiões internas.

De acordo com projeções da agência espacial europeia, uma nova aproximação só deve ocorrer daqui a várias décadas, quando ele passará novamente pelo entorno terrestre em uma distância muito superior ao espaço que separa a Terra do seu satélite natural.

 

  Da redação JPN Palmas (TO).