
O Brasil iniciou a transição do documento de identificação antigo para um novo modelo nacional, que promete unificar e modernizar o registro de cidadãos em todo o país. Essa nova versão, que vincula diretamente o número do CPF ao documento, busca padronizar o reconhecimento das pessoas em diferentes serviços e localidades.
A implementação da carteira atual começou em meados de 2022 e vem sendo emitida gradualmente, oferecendo uma alternativa oficial ao modelo anterior. No entanto, a mudança completa só terá efeito a partir do final de fevereiro de 2032, quando o documento anterior deixará de ter validade para finalidades oficiais, como viagens aéreas.
Por enquanto, não há alterações imediatas para quem viaja, já que o modelo antigo ainda é aceito, desde que esteja preservado e permita a identificação clara de quem o apresenta. O processo de atualização deve ser feito de forma gradual para evitar problemas futuros com reconhecimento em serviços públicos e transportes.
Com isso, os cidadãos têm um período para se adaptar à nova identidade, garantindo que suas viagens e procedimentos burocráticos ocorram sem intercorrências.
Além da carteira de identificação tradicional, outros registros oficiais podem ser usados para embarque em trajetos internos, incluindo a permissão para dirigir.
O novo modelo nacional de identificação já está disponível, mas sua utilização ainda ocorre de forma gradual, sem caráter obrigatório neste momento. Ele foi criado para unificar os registros, eliminando a possibilidade de um mesmo cidadão ter diferentes números em estados distintos, passando a utilizar o CPF como referência única em todo o território.
O documento traz recursos tecnológicos, como QR Code e elementos de segurança aprimorados, e possui versão digital acessível pelo aplicativo oficial do governo. Além disso, está alinhado a padrões internacionais, permitindo sua aceitação em viagens para países do Mercosul e associados, incluindo Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Chile. Apesar disso, mesmo nesses deslocamentos, é necessário portar a versão física, pois a versão digital não substitui a apresentação obrigatória do documento impresso em controles fronteiriços.
A primeira emissão do novo modelo de registro nacional não possui custo em nenhuma unidade do país. Para obtê-lo, é preciso apresentar documentos básicos de identificação, como certidão de nascimento ou casamento, registro de CPF e comprovante de endereço.
O período de validade do documento varia conforme a faixa etária do titular: crianças de até 12 anos têm validade de cinco anos; pessoas entre 12 e 60 anos, dez anos; enquanto cidadãos acima de 60 anos recebem o documento sem limite de validade.
A substituição do modelo antigo poderá ser feita de maneira gradual até 2032, oferecendo tempo suficiente para que a população realize a atualização sem necessidade de urgência.
O Brasil começou a emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), substituindo gradualmente o modelo antigo e padronizando o CPF como número de identificação único. O documento possui recursos de segurança modernos, QR Code e versão digital acessível pelo aplicativo oficial do governo. Além de facilitar o reconhecimento nacional, a nova identidade é aceita em viagens para países do Mercosul e associados, embora a versão física continue obrigatória para controles migratórios. A primeira via é gratuita, e a atualização pode ser feita até 2032, permitindo que todos os brasileiros se adaptem sem pressa.
Da redação JPN Palmas TO.
Goiás e Tocantins Disputa territorial entre Goiás e Tocantins chega ao STF com pedido de redefinição de limites
Monitorar agressores Senado aprova tornozeleira eletrônica obrigatória para agressores em casos de alto risco
Ponte JK Estreito Imagens inéditas revelam novos ângulos do desabamento da Ponte JK
Mín. 21° Máx. 30°